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05/08/2026 · 5 min de leitura

Tesouro Direto: o que é e como funciona na prática

O investimento considerado mais seguro do país, explicado sem economês: tipos de título, quando cada um faz sentido.

Fachada de vidro escuro em padrão geométrico repetido

Tesouro Direto é um programa do governo federal que permite qualquer pessoa emprestar dinheiro pro governo, recebendo de volta esse valor mais juros depois de um tempo combinado. Na prática, é considerado o investimento de menor risco do país, porque quem está devendo é o próprio governo.

Os três tipos principais

Tesouro Selic acompanha a taxa básica de juros (Selic) e tem liquidez diária, ou seja, dá pra resgatar quase a qualquer momento sem perder valor: costuma ser a opção pra reserva de emergência.

Tesouro Prefixado paga uma taxa fixa, combinada no momento da compra. Você sabe exatamente quanto vai receber no vencimento, mas se vender antes da data, o preço pode oscilar bastante com a variação da taxa de juros.

Tesouro IPCA+ paga a inflação (IPCA) mais uma taxa fixa. É a opção que protege o poder de compra do dinheiro no longo prazo, geralmente usada pra objetivos distantes, como aposentadoria.

Como comprar

A compra é feita por uma corretora (a maioria não cobra taxa pra isso), que serve de intermediária entre você e o Tesouro Nacional. O valor mínimo costuma ser baixo, algumas dezenas de reais, o que torna o Tesouro Direto acessível mesmo pra quem está começando com pouco dinheiro.

Antes de decidir com dinheiro de verdade, vale simular: no Vestra você pode aplicar em títulos parecidos com os do Tesouro Direto e ver o rendimento se acumular dia após dia, com dinheiro fictício, até entender qual tipo combina com seu prazo.

Quer praticar o que leu aqui sem arriscar dinheiro de verdade? Experimente o simulador do Vestra.